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12/dez/2018

A preocupação com a saúde dos funcionários é muito importante para evitar gastos desnecessários. Segundo dados divulgados pela ANS, dos 48 mil beneficiários de planos médico-hospitalares, 32 mil possuem algum tipo de plano empresarial.

Oferecer planos de saúde é uma forma de manter os funcionários motivados. A adesão pode até não ser obrigatória para todos, no caso de planos não compulsórios, no entanto o fato de a empresa ofertar o serviço demonstra uma atenção com o bem-estar do colaborador, valorizada por ele, que se torna mais engajado e produtivo.

Na hora de escolher o plano de saúde ideal, o departamento de Recursos Humanos precisa tomar alguns cuidados para realmente contratar um serviço de excelência e não apenas o mais barato, e que pode gerar mais custos do RH por não atender às necessidades da companhia e do funcionário.

Ao pesquisar no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar, é possível saber como estão ranqueados os planos de saúde em termos de qualificação e reclamações. De acordo com uma analise feita pela ANS, houve queda no número de reclamações, denúncias e consultas nos Procons sobre os serviços prestados por planos de saúde.

Para auxiliar sua empresa na escolha, trazemos, no artigo de hoje, informações sobre três planos de saúde que ajudam a diminuir os custos do RH. Confira!

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1. Plano Amil

Com mais de 30 anos no mercado de planos de saúde, a Amil é uma das maiores empresas do segmento de saúde do Brasil, registrando 10% de participação do mercado nacional. A Amil disponibiliza o benefício para empresas a partir de 100 pessoas, os planos podem ser escolhidos tanto com abrangência municipal quanto nacional. O convênio está entre os melhores do país, em função de ter uma ampla rede credenciada, atendimento telefônico 24hs, resgate aéreo/ terrestre e programas de gestão de saúde em parceria com o RH das empresas. Além disso, há carência reduzida para titulares e dependentes com idade até 58 anos.

2. SulAmerica

A SulAmérica é, hoje, a maior seguradora independente do país, com 90 unidades de atendimento e mais de 7 milhões de clientes. Sua rede referenciada é composta por mais de 22 mil parceiros, entre clínicas, consultórios, centros de diagnóstico e hospitais.

A operadora oferece atendimento nacional em todos os planos, inclusive na modalidade com coparticipação.

Além dos procedimentos previstos por lei, a empresa conta com coberturas adicionais anuais como, por exemplo, sessões de escleroterapia, fonoaudiologia, psicomotricidade e transplantes de coração, pâncreas, pulmão e fígado.

O SulAmerica aceita empresas a partir de três funcionários e, além do titular, é possível adicionar outros dois dependentes.

3. Golden Cross

A Golden Cross é pioneira no setor de saúde suplementar no país e conta com cerca de 500 mil clientes empresariais.

Este é um plano que atende diversos perfis de empresas, oferecendo abrangência internacional.

O serviço conta com mais de 30 mil pontos de atendimento, 26 mil médicos, clinicas e consultórios credenciados. Neste perfil, é possível que o empregado opte por planos com e sem coparticipação e com o benefício de descontos em medicamentos.

Planos de saúde estão entre os benefícios mais valorizados pelos brasileiros. Além de ser um incentivo na atração e retenção de talentos, eles ajudam a reduzir custos do RH. Ao diminuir o turnover e a taxa de afastamento do trabalho, por exemplo, mantendo seus funcionários motivados e produtivos, sua empresa poderá estar economizando esforços e verbas.

Ficou com alguma dúvida sobre os planos de saúde e os custos do RH? Quer começar a oferecer esse benefício em sua empresa? Deixe sua mensagem ou faça contato com um de nossos consultores!


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12/dez/2018

Há pessoas que ainda acreditam que ter um plano de saúde é sinônimo de custo e não de investimento e que, por isso, podem dispensá-lo.

Entretanto, você já parou para pensar em como um plano de saúde pode fazer a diferença em alguns momentos de nossa vida e na de quem amamos?

Planos de saúde realmente devem ser previstos em orçamento, pois representam investimento mensal. Entretanto, são eles que garantem o bom e o imediato atendimento em momentos de necessidade.

Qualidade de vida e de sistemas de saúde envolvem forte estrutura organizacional, profissionais especializados e capacitados, agilidade nos procedimentos burocráticos e de atendimento, etc. Quando se fala em saúde, todos os detalhes fazem a diferença: nada é irrelevante.

Por isso, veja, a seguir, alguns exemplos de momentos da vida em que ter um plano de saúde faz toda a diferença.

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1. Gravidez

Trata-se de um momento delicado, que envolve a vida de um novo ser. Todo acompanhamento é necessário para garantir a saúde da mãe e do bebê.

Consultas e exames são rotina desde o início da gestação até o período pós-parto. Fazer todo o pré-natal da gravidez com o mesmo médico, possibilidade de quem tem um plano de saúde, também faz a diferença, favorecendo um acompanhamento ainda mais próximo quanto ao desenvolvimento da criança.

Além disso, em caso de complicações, ter a quem recorrer, de forma ágil e eficaz, é essencial nesse momento, garantindo o atendimento no tempo certo e com a infraestrutura e profissionais com a qualidade necessária. Por isso, investir em um plano de saúde com obstetrícia é a opção mais recomendada para se ter segurança e tranquilidade nesta fase tão especial da vida.

2. Filhos pequenos

Mais indefesas, em desenvolvimento e com fragilidades, as crianças pequenas ficam vulneráveis a determinados problemas de saúde. A baixa imunidade na infância torna maior a incidência de infecções, alergias e viroses – situações que demandam cuidado e assistência, com acesso fácil a plantões de saúde e possibilidades de atendimento por profissionais qualificados.

Há planos que oferecem, ainda, atendimento pediátrico em domicílio, facilidade muito importante para o caso de crianças com algum tipo de dificuldade motora.

3. Viagens

Viajar é mesmo muito bom, seja a negócios ou a lazer, mas imprevistos relacionados à saúde podem acabar transformando aquela viagem “dos sonhos” em uma experiência negativa.

Estar em um lugar distante e desconhecido sem a devida assistência é o que chamamos de “dar sorte para o azar.” Dependendo do local, o atendimento em casos de emergência, por exemplo, pode ser bastante burocrático e demorado. Ter um plano de saúde garante segurança e assistência durante a viagem, onde quer que você esteja, de acordo com a sua cobertura e abrangência.

4. Terceira idade/Aposentadoria

Na terceira idade ou durante o período de aposentadoria, etapa que demanda cuidados especiais, ter um plano de saúde é uma segurança adicional muito importante para lidar com imprevistos e garantir mais tranquilidade à rotina.

Para os aposentados, há a possibilidade de manter o plano de saúde do antigo emprego, seguindo critérios da ANS. Os planos, nesta etapa da vida, variam conforme a faixa etária. Há opções, inclusive, voltadas exclusivamente para esse público, contando com geriatras, especialistas e enfermeiros que estarão prontos a ajudar, sempre que necessário.

Outra vantagem é que, fazendo consultas periódicas, problemas de saúde poderão ser diagnosticados com mais rapidez, o que contribui para a sua reversão ou para a efetividade do tratamento.

A atenção com a saúde deve ser tomada ao longo de toda a vida, afinal, devemos proteger nosso bem mais valioso. Entretanto, há fases em que ter um plano de saúde mostra-se ainda mais fundamental, garantindo que você vá poder usufruir com mais plenitude dos diferentes momentos de vida.

Você lembra de algum momento da sua vida em que ter um plano de saúde faria toda a diferença? Conte pra gente nos comentários!


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12/dez/2018

O afastamento de trabalho é um problema para empresas de todos os portes e segmentos. A ausência de um profissional em seu posto pode causar diversas dificuldades para as organizações que não agem preventivamente para minimizar os impactos gerados pelo absenteísmo.

Confira, a seguir, como esse problema de gestão pode afetar a sua empresa e veja como um plano de saúde empresarial pode ajudá-lo a resolver essa situação.

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O impacto do afastamento de trabalho nas empresas

Para uma empresa, quando há um alto índice de afastamento de trabalho por motivos de doença, além de oneroso, isso pode se tornar uma grande dor de cabeça. Por lei, passados 15 dias de um afastamento por problemas de saúde, o empregado é encaminhado à perícia médica do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Em caso de demora na recuperação ou mesmo para o atendimento médico, a empresa poderá se ver obrigada a contratar outro colaborador para exercer as tarefas em atraso.

Um estudo realizado em uma empresa de construção, por exemplo, revelou que cada afastamento custa, ao todo, mais de R$100 mil para a organização. Dessa forma, a empresa que tem altos índices de funcionários afastados pode acabar tendo não apenas com problemas de produtividade baixa, mas também dificuldades financeiras.

Segundo mostrou uma pesquisa da Universidade de São Paulo, parte dos casos de depressão, que podem ser a causa de afastamento de trabalho, estão ligadas à percepção de que o funcionário tem de pouca valorização e recebe baixa recompensa pelas empresas. Esse sentimento acaba gerando uma queda de produtividade, além de custos extras às organizações.

Situações como essas podem ser minimizadas se o empregador investir no bem-estar do seu funcionário, de modo preventivo, criando ações que demonstrem que ele valoriza seu colaborador.

Como resolver esse problema em sua empresa?

Sempre, a melhor forma é a prevenção proativa, desenvolvendo ações que mostrem uma preocupação com a motivação, satisfação e o bem-estar do funcionário. Nesse sentido, uma medida altamente eficaz é disponibilizar um plano de saúde empresarial para seus colaboradores.

Ele é o benefício mais valorizado pelos funcionários, e funciona como um indicador de que a empresa se preocupa com seu capital humano, oferecendo a segurança de que, em caso de imprevisto, os colaboradores estarão amparados. Essa preocupação a menos faz com que os funcionários sejam mias produtivos e trabalhe motivados.

Além disso, o profissional que realiza checkups regulares não será facilmente pego de surpresa por uma doença ou problema que poderia ser prevenido, o que reduz o absenteísmo organizacional.

Entre as principais causas de afastamento de trabalho estão as doenças de riscos ergonômicos e a sobrecarga mental. Quando o funcionário possui um plano de saúde empresarial, ele pode identificar fatores de risco em seu estágio inicial, conseguindo tratá-los e revertê-los antes que gerem um problema maior que o afaste de seu posto laboral.

E o plano de saúde empresarial pode ajudar não apenas os colaboradores que estão em grupos de risco, mas também atuar evitando que os demais não migrem para essa condição – pesquisa aponta que, anualmente, 10% dos funcionários saudáveis que não adotam cuidados com sua saúde transferem-se para um grupo de alto risco.

Até por isso, ações voltadas apenas para as pessoas com predisposição a alguma doença não são as mais indicadas: o recomendável é que a gestão invista em iniciativas que contemplem a todos os funcionários, entre elas o plano de saúde empresarial.

Ao perceber esses benefícios para todas as partes, cada vez mais as organizações disponibilizam aos seus colaboradores planos de saúde empresariais, seja na modalidade integral ou com coparticipação.

Sabemos que a saúde não tem preço – mas a doença pode custar caro! O absenteísmo e o afastamento de trabalho por motivo de saúde causam problemas tanto para o funcionário quanto para a empresa. Para as organizações, o custo com impostos, contratações e treinamentos emergenciais para suprir a falta de funcionários pode ser alto.

Contratar um plano de saúde empresarial é uma das soluções para atuar de modo preventivo e reduzir os impactos desse problema de gestão, desencadeado a partir da não priorização de ações proativas, como as referentes à saúde dos colaboradores.

O que a sua empresa faz para minimizar os afastamentos de trabalho? Sua organização disponibiliza um bom plano de saúde empresarial para seus funcionários? Deixe o seu comentário!


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12/dez/2018

Escolher um plano de saúde é sempre uma tarefa que merece atenção, não só porque há, no mercado, várias opções de coberturas e de operadoras, mas, também, porque cada plano possui suas particularidades e especificidades.

Preparamos, a seguir, 5 dicas essenciais para ajudá-lo a encontrar um plano de saúde de qualidade que caiba em seu orçamento. Confira!

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1. Determine qual é o seu orçamento disponível

O primeiro passo é avaliar qual é a quantia mensal disponível para o investimento em um plano de saúde. Se você possui uma planilha com seus gastos mensais, inclua, junto a custos fixos como água e luz, por exemplo, o valor do plano de saúde. Isso ajudará a traçar um panorama de seu orçamento total e, ainda, a identificar eventuais desperdícios ou reduções que possam ser realizadas para alocar o valor do plano de saúde em seu orçamento.

Os valores das mensalidades dos planos de saúde variam de acordo com as coberturas oferecidas. Alguns oferecem apenas coberturas básicas, listadas no Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no entanto, outros oferecem cobertura total em alguns procedimentos, além dos contidos no Rol.

Faça uma pesquisa tendo em mente sua verba disponível, alinhando a expectativa dos serviços do plano ao seu orçamento disponível.

2. Avalie a abrangência adequada

Outro fator que contribui para o valor do plano de saúde é a sua abrangência. Há desde planos que oferecem rede credenciada apenas na cidade onde você mora, até os com abrangência em todo o território nacional e mesmo com vigência internacional.

Para quem viaja com frequência, ter um plano nacional é uma segurança importante de que, onde estiver, poderá contar com a cobertura. Entretanto, se esse não é o seu caso, uma abrangência regional pode ser o suficiente e reduzir o valor da mensalidade do plano para que ele caiba em seu orçamento.

3. Defina as suas necessidades

Um plano de saúde é importante para todos, mas as necessidades de cobertura de serviços variam caso a caso. As gestantes, por exemplo, precisam de um plano que tenha obstetrícia para dar assistência ao bebê. Quanto mais recursos o plano tiver, mais alta poderá ser sua mensalidade e maior o impacto em seu orçamento, por isso, é recomendável buscar por uma opção que atenda às necessidades que realmente são fundamentais para você e evitar as que apresentem serviços e coberturas que dificilmente serão utilizados, ou que não são voltadas ao seu perfil.

Outra questão a ser avaliada é quanto à opção de internação em quarto particular (que possui custo mais elevado) ou em enfermaria de hospital (com valor mais acessível). Há, ainda, opções de planos que oferecem a acomodação em enfermaria, mas com a possibilidade de o usuário pagar a diferença pela internação em quarto particular.

4. Pesquise a credibilidade da operadora e garanta bom custo x benefício

A ANS é responsável por regular a atividade das operadoras de planos de saúde e assegurar que os direitos do contratante sejam protegidos. Assim, ao encontrar um plano com um custo muito inferior, suspeite e confira se a operadora possui algum tipo de restrição junto à ANS ou reputação negativa em mecanismos como o Reclame Aqui. Há casos em que o barato pode sair muito caro. Por isso, antes de fechar negócio, pesquise a fim de encontrar uma operadora idônea e um plano que ofereça um bom custo x benefício para você.

5. Tire suas dúvidas com um consultor

São diversas as opções de planos disponíveis no mercado. Quem não está familiarizado com determinados termos e com a dinâmica de funcionamento desse tipo de negociação pode acabar fazendo uma contratação equivocada. Um consultor especializado poderá orientá-lo sobre os pontos que devem ser considerados e ajudá-lo a encontrar o plano de saúde ideal para suas necessidades e para o seu orçamento.

É possível encontrar um plano de saúde de qualidade e que caiba em seu bolso. O investimento em sua saúde e a tranquilidade que o plano oferece são benefícios que devem ser considerados no momento de planejar o seu orçamento. Dê prioridade para o que realmente lhe traga retorno e segurança.

Você ficou com alguma dúvida sobre o tema? Tem alguma dica extra para encontrar um plano de saúde que caiba em seu bolso? Compartilhe sua mensagem nos comentários.


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12/dez/2018

Cada vez mais, os brasileiros estão colocando seus custos fixos e variáveis na ponta do lápis. O cenário de crise e de instabilidade financeira demanda critério sobre prioridades e melhores maneiras de aplicar nosso dinheiro.

Nessa hora, é importante diferenciar ações que sejam apenas gastos das que representem investimentos para você ou sua família. No caso do plano de saúde, você sabe se ele é um gasto ou um investimento?

Veja, no post de hoje, a diferença entre essas duas categorias e formas de optar por um plano de qualidade que caiba em seu orçamento. Confira!

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Diferença entre gasto e investimento

Os gastos sãos as saídas de capital que não trazem, diretamente, um retorno na aplicação – por exemplo, o pagamento de juros em uma conta.

Já o investimento é uma despesa que apresenta um benefício atrelado – por exemplo, se você realiza um curso de aperfeiçoamento, esse é um investimento em sua carreira, que vai mantê-lo competitivo e qualificado para o mercado de trabalho.

Plano de saúde: gasto ou investimento?

Por mais que o pagamento de um plano de saúde seja representativo no orçamento, ele, na verdade, é um investimento na saúde e bem-estar da sua família.

Em momentos de crise, muitos consideram cancelar o plano de saúde, entretanto, essa é uma falsa economia e o cancelamento, no final das contas, pode representar apenas gastos e estresse adicional. Isso porque os custos de um atendimento de emergência, consultas ou tratamentos são extremamente altos quando contratados fora de um plano de saúde, o que, com certeza, vai desestabilizar o seu orçamento.

O atendimento público é uma opção, mas, infelizmente, na maioria das grandes cidades, agendar uma consulta ou procedimento pelo SUS pode demorar meses devido à falta de profissionais e equipamentos básicos para a realização de diversos procedimentos.

Segundo levantamento do Datafolha, 44% da população espera mais de 12 meses para marcar uma cirurgia, e, por isso, diante de casos urgentes, as pessoas são forçadas a recorrer ao atendimento privado,e gastam muito mais do que se tivessem seguradas por um plano de saúde. Uma internação hospitalar, por exemplo, pode chegar na casa dos milhares de reais.

Como adequar o plano de saúde ao seu orçamento

Existem várias modalidades de planos, com diferentes preços e coberturas. Sabendo escolher, você encontrará aquele que se encaixa melhor em seu orçamento, tornando possível esse investimento que trará tranquilidade para você e seus entes queridos. Para isso, é importante avaliar, sobretudo, o tipo de cobertura a ser escolhida.

Antes de contratar um novo plano de saúde, fique atento aos tipos de coberturas assistenciais que a operadora oferece e qual delas atende às suas necessidades. Para cada cobertura existe um rol de procedimentos revisado e regulamentado pela ANS, a Agência Nacional de Saúde.

De forma geral, encontramos 4 tipos de coberturas, cada uma com suas particularidades, procedimentos e preços.

Cobertura ambulatorial

Nesta modalidade é garantida a prestação de serviços de saúde, que compreendem consultas médicas em clínicas, exames, tratamentos e procedimentos ambulatoriais, como curativos, pequenas cirurgias e primeiros socorros. Em emergências, o período máximo de internação é de 12 horas. Apesar de ser o plano mais básico e barato, ele garante a realização de determinadas cirurgias, tratamentos contra o câncer e hemodiálise. Entretanto, é preciso verificar junto à operadora quais desses procedimentos têm alguma restrição ou carência.

Cobertura hospitalar

Além de incluir a cobertura básica, este plano garante a realização de procedimentos em internações hospitalares sem limite de tempo em quarto ou UTI. No entanto, caso o beneficiário esteja em período de carência, a internação não é garantida além das 12 horas iniciais. Alguns planos incluem, ainda, a cobertura obstetrícia, oferecendo assistência médica ao recém-nascido durante os primeiros 30 dias após o parto.

Cobertura dos planos da segmentação referência

Opção completa, que também pode ser a mais cara. Inclui a assistência ambulatorial e hospitalar com obstetrícia e acomodação em enfermaria. O atendimento de urgência e emergência é integral após 24 horas da sua contratação.

Cobertura exclusivamente odontológica

Garante consultas, exames, tratamentos, atendimentos odontológicos de urgência e emergência. Os procedimentos são realizados em ambiente ambulatorial.

Em qual deles investir?

Se você se considera uma pessoa saudável, não tem histórico de doenças graves na família e raramente precisa fazer uma visita ao médico, o plano ambulatorial pode ser a melhor opção de investimento. Além de ser comumente o mais acessível, você estará coberto para uma série de procedimentos básicos protegidos por lei.

Já se você está procurando um plano para toda a família, existem as opções familiares, com preços mais em conta do que os individuais.

Não acredite no mito de que todos os planos de saúde são gastos e que são caros. Há opções de qualidade que cabem em diferentes faixas de orçamento, trazendo tranquilidade para você e sua família. Lembre-se de que o maior bem que nós temos é a nossa saúde, portanto, não deixe de investir nela.

E você, já possui um plano de saúde? Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Deixe sua mensagem nos comentários ou entre em contato com um de nossos corretores para encontrar o plano ideal para seu orçamento e suas necessidades!


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12/dez/2018

O plano de saúde é um benefício importante e valorizado para dar segurança e gerar um cuidado especial com a nossa saúde e com a de quem amamos, ajudando a lidar com imprevistos de modo mais efetivo e ágil.

Entretanto, há uma questão que preocupa os beneficiados de todos os planos de saúde: a carência. No post de hoje, saiba o que é a carência, como ela é calculada e o que prevê a lei como direito do consumidor quanto a esse mecanismo.

Female doctor giving prescription paper to couple at desk in clinic

O que é a carência dos planos de saúde?

Carência é o período em que se paga a mensalidade, mas não é possível ter acesso a determinadas coberturas previstas. Esse prazo é estipulado em contrato e fixado em  conformidade com a legislação de planos de saúde.

Como é definido o período de carência dos planos de saúde

O prazo para que o contratante possa utilizar as coberturas de seu plano de saúde é definido em lei, que estipula o limite máximo para início de acesso ao serviço, a saber:

  • Casos de urgência (acidentes pessoais ou complicações no processo gestacional) e emergência (risco imediato à vida ou lesões irreparáveis) – prazo de 24 horas.
  • Partos a termo (excluídos os partos prematuros e decorrentes de complicações no processo gestacional) – 300 dias.
  • Doenças e lesões preexistentes (no caso de, quando contratou o plano de saúde, a pessoa já saber que possuía determinada doença. Aqui, de acordo com a ANS, o cliente tem cobertura parcial temporária até cumprir dois anos de ingresso no plano.) – 24 meses.
  • Demais situações – 180 dias.

É importante ressaltar que esses são os períodos máximos estipulados, podendo as operadoras de planos de saúde exigir um tempo menor de espera para uso de tais serviços.

Prazos máximos para atendimento após o período de carência

Conforme determinação da ANS, os usuários de planos de saúde, após o período de carência e conforme as modalidades previstas em seu contrato, contam com um prazo máximo, também, para seu primeiro atendimento, podendo variar entre 7 dias, para consultas básicas, e 21 dias para procedimentos de alta complexidade (PAC). Casos de emergência e urgência deverão ter atendimento imediato.

Como funciona a portabilidade de carências

Se você optar pela troca de plano de saúde, por estar insatisfeito ou devido a alguma inadequação, saiba que é possível escolher outro da mesma operadora ou de uma diferente sem, necessariamente, ter de cumprir novos períodos de carência.

Para isso, é necessário consultar guia da ANS a fim de identificar planos compatíveis para a portabilidade. As operadoras não poderão recontar ou exigir novos prazos de carência para quem muda de categoria do plano, mas não muda de operadora.

Assim, no caso em que se sai do plano individual para contratar um empresarial com a mesma operadora, o usuário não é obrigado a cumprir novo período de carência – a não ser que haja coberturas adicionais que não estavam previstas no plano anterior. Há, ainda, casos de portabilidade especial e outros detalhes que podem ser conferidos no site da ANS.

O período de carência e seu funcionamento são previstos em lei. É importante que o consumidor entenda esse mecanismo para, assim, ter mais segurança na contratação do plano de saúde ideal.

Tiramos suas dúvidas? Você tem algum questionamento adicional sobre a carência dos planos de saúde? Deixe sua mensagem nos comentários ou entre em contato com um consultor.


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12/dez/2018

Hoje, as empresas competem não apenas por clientes, mas também por talentos. E não basta apenas despender tempo e recursos criando divulgação e processos seletivos diferenciados.

Se não houver um planejamento para reter talentos, logo você poderá vê-los deixando sua empresa e para ir para a concorrência – sobretudo os jovens da geração Y, que já não percebem na estabilidade o benefício de antes. Conforme dados divulgados, 34% dos profissionais buscarão um novo emprego no próximo ano e 16% já estão nessa procura.

O caminho encontrado por algumas organizações para diminuir seu turnover é o aumento de salário. Entretanto, manter esse como único recurso para engajar a equipe e reter talentos pode comprometer o orçamento e a saúde financeira de seu negócio. E, acredite: essa estratégia não terá tanta efetividade – em uma pesquisa verificou-se que a remuneração está apenas em quarto lugar como fator motivador dos funcionários.

Então, o que fazer? Veja, a seguir, 5 dicas de como reter talentos na sua empresa sem recorrer à armadilha do aumento do salário.

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1. Desenvolva as lideranças de sua empresa

Há uma máxima que diz que os funcionários não deixam a empresa, mas seu gestor. Isso é cada vez mais verdadeiro no mundo corporativo. Um estudo aponta que 80% dos pesquisados consideram fundamental para a satisfação que seu líder ouça sua opinião com respeito, valorize o seu trabalho e admita quando estiver errado.

Treinar suas lideranças para que sejam mais empáticas e ouçam as contribuições de sua equipe pode representar um salto em seu índice de retenção de talentos – além de gerar um clima organizacional mais saudável e melhorar a produtividade dos funcionários. O mesmo estudo aponta que um colaborador tem dez vezes mais chances de manter-se satisfeito no emprego quando seu gestor é honesto, confiável e o ajuda em seu desenvolvimento.

2. Faça uma pesquisa de clima

A pesquisa de clima oferece um meio efetivo e seguro para que as empresas compreendam melhor o perfil de seus funcionários, o que eles consideram bom e o que acham que pode melhorar no ambiente de corporativo. É, também, um instrumento que demonstra que a empresa quer ouvi-lo e valoriza sua opinião.

Entretanto, não basta apenas aplicar a pesquisa e arquivá-la. É preciso consolidar os dados, avaliá-los e gerar ações de melhorias a partir deles, dando feedback aos funcionários sobre como a empresa está utilizando o resultado para melhorar seu ambiente de trabalho.

3. Crie um plano de carreira para seus funcionários

Os colaboradores, sobretudo os mais jovens, motivam-se a partir de desafios e sabendo onde podem chegar na empresa. Se houver a descrição de cargos, requisitos e atividades desempenhadas, bem como políticas claras de promoções internas, eles entenderão claramente como serão avaliados e o que precisarão desenvolver para ir além. E isto é fundamental para reter talentos.

Empresas com baixo índice de rotatividade costumam promover recrutamento interno, isto é, elas abrem as oportunidades, primeiro, internamente e, caso, não consigam preenchê-las, divulgam ao público externo. Na Scania, por exemplo, cerca de 90% das oportunidades são fechadas desse modo.

4. Faça convênios

Hoje, as empresas estão bastante abertas a parcerias. Elas permitem que, todas as partes obtenham vantagens: o parceiro, por divulgar sua marca aos colaboradores da empresa, e sua organização, ao oferecer um benefício diferenciado a seu funcionário.

Por isso, para ajudar a reter talentos, faça contato com academias, farmácias, centros esportivos, etc., e feche convênios que gerem condições e vantagens exclusivas aos colaboradores.

5. Ofereça plano de saúde

O plano de saúde é o benefício mais valorizado pelos trabalhadores brasileiros e um recurso valioso para reter talentos. Ele demonstra o cuidado que a empresa tem com a saúde do funcionário e facilita muito para que o colaborador mantenha-se, além de saudável, motivado para o trabalho, sem a preocupação de como agir quando precisar consultar um médico ou realizar um procedimento clínico. Dica: veja em nosso blog os passos fundamentais para contratar um plano de saúde para seus funcionários.

Se você acha que pode ser caro oferecer esse benefício, faça as contas e veja quanto um colaborador desmotivado ou que se afasta do trabalho por motivo de doença pode custar. Além do custo monetário, você poderá perdê-lo ao não valorizar a sua saúde e bem-estar.

Outro fato que atesta que o plano de saúde é um investimento, e não um custo, é que, cada real investido com o bem-estar do funcionário tem um ROI (retorno sobre o investimento) de 6 a 12 reais.

De acordo com especialistas, ter um baixo índice de funcionários que pedem demissão é um excelente sinal do sucesso da empresa. As organizações que investem em ações para reter talentos costumam ter resultados melhores e custos menores. Muitos empresários não se dão conta dos gastos envolvidos com processos de admissão e desligamento de funcionários – além de custo monetário, perder talentos significa perda de histórico e do conhecimento adquirido pelo colaborador em todo o período em que ele esteve na organização. A constante troca de funcionários pode, ainda, resultar em perda da produtividade e da qualidade de seus processos, produtos e serviços.

Deseja reter os talentos da sua empresa? Como vimos, um passo essencial é oferecer um plano de saúde aos seus funcionários. Precisa de ajuda? Converse agora com um corretor Thapymar.


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12/dez/2018

Quem não conhece o ditado que diz que  “é melhor prevenir do que remediar”? Esse dito traz em si uma verdade quando aplicado ao âmbito da saúde. Muitas pessoas, pensando que estão economizando, acabam não contratando ou cancelando seu plano de saúde e, quando surge a necessidade, precisam pagar mais caro por consultas particulares avulsas.

A afirmativa de que o plano de saúde é caro não é verdadeira e deve ser desmistificada, afinal, ela impacta diretamente um dos bens mais valiosos que temos: a nossa saúde.

Veja, a seguir, alguns exemplos e opções que demonstram que ter um plano de saúde não apenas é possível, como também recomendável.

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Conheça os tipos de planos de saúde

Antes de afirmar que um plano de saúde é caro, é preciso conhecer os tipos oferecidos. Assim, é possível achar uma relação custo-benefício mais eficiente para cada caso. Existem várias modalidades, com coberturas, abrangência, vantagens e, é claro, preços diferentes.

Em geral, os planos são divididos em:

  • Hospitalar com obstetrícia: cobertura hospitalar, pré-natal, parto, assistência total ao recém-nascido.
  • Hospitalar: internação em quarto comum ou em UTI (sem limite de prazos), inclui gastos com médicos e enfermeiras no período de internação.
  • Ambulatorial: cobertura de consultas, internação, cirurgias e procedimentos ambulatoriais. Tratamentos de hemodiálise, quimioterapia e radioterapia também estão cobertos, mas pode haver alguma restrição.
  • Plano de referência: é o mais completo e, por causa disso, é preciso desembolsar uma quantia a mais para mantê-lo. Cobre consultas, exames, tratamentos, cirurgias e até transplantes.

Escolha entre um plano completo ou de coparticipação

Todos os planos acima podem ser completos ou de coparticipação, a diferença é que o primeiro possui um valor fixo mensal sem nenhum custo adicional. Este é o tipo de plano ideal para uma gestante ou para alguém que tenha uma doença preexistente, por exemplo. Vale ressaltar que existem planos completos com excelentes condições e valores. Com isso, nem sempre você terá de pagar mais caro por escolher um plano mais completo.

Já no plano de saúde de coparticipação se investe um valor adicional ao pago na mensalidade a cada procedimento ou consulta realizada. Essa opção pode ser recomendada para quem pretende utilizar o serviço apenas ocasionalmente, para exames preventivos e consultas de rotina, e quer ter um plano para sentir-se mais seguro e amparado.

É importante avaliar bem as duas opções, pois, em um primeiro momento, a coparticipação pode parecer mais barata, entretanto, é comum que, com o uso, ela supere o valor do plano completo. Por isso, faça uma previsão realista de como você utilizará o serviço para não acabar pagando a mais por ele, dando a entender que plano de saúde é caro, quando, na verdade, essa não é uma verdade absoluta.

Avalie a cobertura mais adequada

Um plano com cobertura nacional, com opções para realização de consultas e procedimentos em todo o Brasil, comumente, tem um custo maior do que o plano de cobertura regional. Se você não costuma viajar para fora de seu estado, investir em um plano de cobertura menos abrangente pode representar uma economia inteligente, que não afetará nos serviços prestados.

No caso de viajar com frequência, a cobertura em todo o território nacional pode ser uma tranquilidade desejada. Se você estiver fora e precisar pagar por um procedimento particular, provavelmente, acabará gastando mais do que o valor da mensalidade do plano. Portanto, antes de acreditar que um plano de saúde é caro, faça o exercício da sua necessidade para optar pela melhor cobertura.

Analise a possibilidade de migrar de um plano individual/familiar para um coletivo

Outro modo de assegurar um plano de saúde de qualidade e que caiba em seu bolso é, no caso de estar avaliando planos individuais, familiares ou mesmo já ter um contratado, analisar a migração para um plano coletivo ou empresarial, que costumam ter uma mensalidade menor do que os demais.

Para quem não tem empresa, uma possibilidade é buscar por entidades de classe, que costumam oferecer convênios para planos de saúde dessa modalidade.

O plano é uma segurança e um cuidado essencial com nossa saúde e nosso bem-estar – e com o de quem amamos. Há opções de qualidade com diferentes faixas de preço e, certamente, há um plano de saúde ideal para você. Afirmar categoricamente, que o plano de saúde é caro é equivocado e pode levá-lo a ter custos e estresse muito maiores em caso de um imprevisto. Pense nisso.

Se você quer ajuda para encontrar a opção com o melhor custo-benefício, entre em contato com um consultor ou deixe sua mensagem aqui, nos comentários.


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12/dez/2018

Atualmente, o Brasil possui 48, 2 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), esse número cresceu aproximadamente 11 milhões nos últimos dez anos, e o aumento reflete a valorização que o brasileiro dá ao plano de saúde.

Com cada vez mais opções no mercado, escolher o plano de saúde ideal requer atenção, há diversos operadores, planos, taxas e tipos de cobertura oferecidos. Na hora de contratar o serviço, é preciso cuidado para não acabar pagando caro ou barato demais por um atendimento ineficiente.

Para ajudá-lo nesta questão, trazemos, a seguir, dicas para orientá-lo na escolha do plano de saúde ideal para seu perfil e necessidades. Confira!

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1 – Faça uma boa pesquisa

Primeiramente, faça uma boa pesquisa para não cair em uma fria. A ANS divulga um ranking anualmente com base em diversos aspectos relacionados aos planos de saúde. Além disso, na página da agência nacional tem uma pesquisa de qualidade, basta procurar pelo nome do plano e você terá uma ideia do serviço que ele oferece.

As indicações também são importantes. Se você conhece alguém que utiliza o serviço que pretende contratar, pergunte a essa pessoa a respeito: sempre é bom ter opiniões de quem já utiliza o plano de saúde.

Na hora de pesquisar pelo plano de saúde ideal é importante, além da qualidade do serviço, ver se ele não tem alguma pendência ou foi descredenciado pela Agência Nacional de Saúde Complementar.

2 – Avalie a abrangência e a rede credenciada

Você pode optar por um plano que atenda apenas onde você mora, em termos de município ou de Estado, como também por algum de abrangência nacional. Esta definição é bem importante e vai depender da sua necessidade. Se você costuma viajar com frequência, é recomendável que escolha um plano de saúde com pontos de atendimento em todo o território nacional. Vale lembrar que o tamanho da abrangência pode impactar, também, no valor do plano, por isso avalie com cuidado suas reais necessidades de utilização.

A observação da rede credenciada de hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que prestarão serviço também é fundamental. Lembre-se de que mais importante do que uma rede ampla é uma de qualidade.

3 – Escolha o seu tipo de plano

Para ter um plano de saúde ideal você precisa definir, também, se ele será feito de maneira individual, na modalidade familiar ou até mesmo empresarial. Dependendo do número de pessoas beneficiadas vale mais a pena escolher um plano familiar ou empresarial, pois, muitas vezes, eles saem mais baratos que o individual.

Além disso, você precisará escolher entre o plano completo (de valor fixo) ou de coparticipação (com pagamento de um valor complementar a cada consulta ou procedimento, além do valor da mensalidade).

Entenda a diferença entre plano completo e de coparticipação e veja qual é a melhor escolha para você com as dicas que compartilhamos aqui no blog.

4 – Informe sobre doenças pré-existentes

Na hora de contratar o plano de saúde ideal você deverá informar o corretor ou consultor no caso de ter apresentado no passado ou ainda ter uma determinada doença.

A operadora não pode recusar o cliente, mas as empresas oferecem algumas alternativas nesses casos. Você poderá pagará um pouco a mais para ter direito a determinados atendimentos ou terá um período de carência maior para aqueles atendimentos específicos da doença que você já apresenta.

5 – Conheça os mecanismos para utilização do plano

Informe-se como será a sua rotina após contratar o plano de saúde. Saiba se, para utilizar os serviços, será necessária alguma autorização prévia – e, em caso positivo, entenda como é feita essa liberação – se há reembolso e como ele é feito, como você pode utilizar a rede credenciada de hospitais, etc. Conhecer esses mecanismos vai facilitar a utilização do plano de saúde e evitar contratempos ou frustrações no futuro.

6 – Conheça a mensalidade e custos adicionais do plano

Os planos de saúde cobram a mensalidade tendo como base critérios como a faixa etária do cliente: quanto maior a idade, maior pode ser o fator de risco e, portanto, o valor da taxa.

Para um plano de saúde ideal você precisa questionar a operadora todos os detalhes sobre essa cobrança. O valor é fixo? Há cobrança adicional por consultas, exames ou algum procedimento realizado? Há reembolso se você optar por um profissional que não atue na rede credenciada? Esses detalhes são essenciais para você saber quanto irá pagar mensalmente e para escolher o plano mais adequado ao seu perfil de uso.

7 – Revise os contratos

Depois de definir todos os detalhes, chega o momento de assinar o contrato. Mesmo que você já tenha acertado com o operador como você quer o plano, não deixe de revisar bem o contrato antes de assiná-lo. Assim, você evita surpresas quando precisar utilizar o serviço.

Ficou com alguma dúvida sobre como escolher o plano de saúde ideal? Converse com um corretor Thapymar de plantão.


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12/dez/2018

A saúde é uma prioridade na vida das famílias, entretanto, o Sistema Único de Saúde (SUS) não consegue absorver adequadamente toda a demanda da população brasileira. Em vista disso, boa parte das pessoas acaba buscando no plano de saúde uma alternativa de atendimento eficaz, que garanta tranquilidade e bom atendimento.

Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde contabilizou, em 2014, 4,1 bilhões de tratamentos ambulatoriais, 1,4 bilhão de consultas médicas e 11,5 milhões de internações. Os números são expressivos, mas os atendimentos ainda são insuficientes para cobrir as necessidades dos quase 170 milhões de brasileiros.

Dados da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) registraram, em setembro de 2016, o número de 48,3 milhões de beneficiários em planos privados de assistência médica – desses, 32 milhões fazem parte da modalidade coletivo empresarial, 9,4 milhões, da modalidade individual/familiar e 6,5 milhões, da modalidade de coletivos por adesão. Esses números mostram a grande procura da população por um plano de saúde que lhes dê segurança e a certeza de atendimento quando necessário.

Entretanto, na hora de contratar o serviço, surgem diversas dúvidas. Uma das principais é quanto à escolha entre plano de saúde completo ou de coparticipação. Entenda, no post de hoje, a diferença entre essas duas modalidades e saiba escolher a opção mais adequada à sua realidade.

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Plano de saúde completo

O plano de saúde completo pode ser individual ou familiar, e possui um valor fixo. Existe um mito de que esse tipo de mensalidade é mais cara, porém, devido à grande oferta de operadoras hoje em dia, é possível encontrar valores de planos completos compatíveis até mesmo com os de coparticipação.

Se você possui uma doença preexistente, é gestante, planeja uma gravidez ou pretende fazer plano familiar que inclua crianças pequenas, um plano de saúde na modalidade completa pode ser o ideal, uma vez que a probabilidade de agendamento de consultas e exames com frequência ao longo do mês é grande. Com o plano completo, você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas, independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente.

Plano de saúde de coparticipação

Já o plano de saúde de coparticipação é um pouco diferente. Na hora de escolhê-lo, é preciso avaliar se ele realmente será o mais benéfico para você. Nessa modalidade, ao realizar uma consulta, exame ou qualquer procedimento médico, você vai precisar investir um valor complementar ao já pago pela mensalidade.

Essa taxa é acertada no momento em que você contrata o plano de saúde de coparticipação – e é um valor fixo ou percentual. Ao aderir ao plano de saúde, você saberá quanto irá pagar se precisar de algum serviço, por isso, dependendo da utilização mensal de consultas e exames, o valor total desembolsado na coparticipação pode superar o da mensalidade de um modelo completo. Assim, essa modalidade é recomendada para quem não pretende realizar muitas consultas ou procedimentos médicos ao longo do mês, mas quer ter um plano de saúde para sentir-se amparado no caso de necessidade.

Outro detalhe importante, que precisa estar claro no momento da adesão ao modelo de coparticipação, é se esse valor será pago cada vez que você utilizar um serviço ou cobrado em sua fatura. Também é preciso ficar atento, pois, na coparticipação, o plano de saúde não pode cobrar o valor integral e, sim, uma parte dele. Essa medida é uma recomendação da ANS, que proíbe a cobrança integral do procedimento, por dificultar o acesso do consumidor ao plano de saúde.

Conforme estudo, o plano de saúde é prioridade para brasileiros – ficando atrás, apenas, do sonho de ter uma casa própria. Ele é símbolo de segurança e de cuidado com a nossa saúde e com a de quem amamos. Por isso, é importante realizar a contratação desse serviço tão fundamental evitando impulsos, e avaliando suas reais necessidades. É recomendável realizar simulações de uso conforme seu perfil para ter a certeza de que está tomando a decisão correta. A ajuda de consultores, nessa hora, pode ser essencial.

Gostou das nossas dicas? Ficou com alguma dúvida sobre as vantagens do plano de saúde nos modelos completos e de coparticipação? Escreva para a gente nos comentários!

 


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O grupo Thapymar está presente no mercado há 22 anos. Inicialmente iniciou suas atividades na cidade do Rio de Janeiro com foco exclusivo na comercialização de planos de saúde. Graças a sua seriedade e compromisso com o cliente, a Thapymar vem crescendo de maneira acelerada desde a sua fundação, se tornando hoje uma referência no mercado de planos de saúde e seguros em todas as cidades onde atua.

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